segunda-feira, 29 de janeiro de 2018

FINALMENTE, APÓS MAIS DE CINCO SÉCULOS


Caramba! A conta do que o Brasil produz com sua riqueza natural e com tantas terras férteis e produtivas, com todos os tipos de minério e até Petróleo, e uma gigantesca população e mão de obra trabalhadora, nunca fechou! desde muito antes dos anos 1500. Afinal, a miséria, a desigualdade social, e a concentração de renda em um pequeno grupo, sempre foi assustadora, e só agora descobriram quem estava roubando o Brasil por tantas décadas e seculos, o Presidente Lula , a presidenta Dilma e o PT, que foram eleitos a partir de 2002, e assumiram essa republiqueta de bananas em 2003? Perfeito Juiz Moro, desvendou um grande mistério que existe há seculos no Brasil. Parabéns, encontrou o responsável por tanta corrupção, que nunca foi julgada, questionada, enfrentada, colocada as claras. Finalmente eis o responsável por tanta e tão longa corrupção. O midiaticamente conhecido: "Luladrão".

domingo, 28 de janeiro de 2018

CATIVANDO A ELITE

Juízes condenam LULA para agradar a elite, os grã-finos aplaudem; enquanto isso, alguns pobres, miseráveis, ignorantes comemorando para cativar aos burgueses. Até se assemelham a malabaristas de sinaleira: se exibem para ganharem moedinhas.

sábado, 27 de janeiro de 2018

FOI CORRETO O JULGAMENTO DE LULA?


A sentença já foi fechada (concluída) ou ainda está aberta ?
Existe uma técnica-jurídica para sopesar às provas indiciárias. A "lava-jato" chama de "além da dúvida razoável". É um mecanismo jurídico inglês transladado para o Brasil. Não vi no julgamento a correta aplicação. Na maioria das vezes os pedidos foram negados com base na própria jurisprudência produzida pela "lava-jato". Ficou claro que o voto do relator foi o condutor. O revisor ficou nervoso, chegou a gaguejar, e não explicou bem o voto. O vogal só manteve as aparências, deu aula de processo penal e nem adentrou ao mérito. Os desembargadores combinaram os votos nos bastidores. Caso houvessem divergências, abririam espaço para interposição de embargos infringentes e a decisão de 2º grau seria adiada até o julgamento dos embargos pela 8ª Turma do TRF 4ª Região. Até na dosimetria da pena, eles tomaram cuidado de evitar qualquer divergência. O julgamento não é justo. O julgamento não foi técnico. O julgamento foi político. Inclusive, não sei se foi percebido, os desembargadores ao aplicarem a malfadada teoria do domínio do fato e proferiram discursos políticos, o que é comum num julgamento de exceção.
Veremos em que fica o tal julgamento de LULA